segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Oficina sobre sustentabilidade usando a palmeira babaçu na comunidade Peraputanga


Oficina organizada Gestora Ambiental Maria Tereza Parao Otton da prefeitura municipal de Diamantino,ministrado pelo  Izaias e sua esposa Ligiane, o qual veio do estado do maranhão e tem longa experiencia no aproveitamento do babaçu.


Primeiramente foi dado instrução de como quebrar o coco, para extrair a amêndoa:




Seguido da produção de carvão:




Depois a produção de leite de coco de babaçu:



Foi feito um delicioso almoço como prato principal picadinho ao molho de babaçu por Cássio Vaz:








Em seguida uma rodada de entrevistas:






Fechou se a oficina com um vídeo da cultura do uso do babaçu por comunidades tradicionais:




Quero agradecer a oportunidade de ter tido a honra de participar da oficina e mostrar um pouco de meus conhecimentos... A palmeira babaçu é tão discriminada como os povos que dela sobrevivem a centenas de ano com sustentabilidade... Fica aqui meus singelos agradecimentos...









domingo, 6 de agosto de 2017

Praia do Pindura - Nobres MT


Próxima a cidade de Nobres a praia do Pindura está localizada as margens do rio Cuiabá. Em outros tempos já teve seus dias de glória. Hoje em dia é um ótimo local para fazer um pik nik com os familiares ou até mesmo um camping.

Com suas águas agitadas e muita corredeiras é própria para quem gosta de pescar, então não perca tempo junte suas traias, coloque no seu carro ou moto, e vá se refresca nas águas do rio Cuiabá.



Como chegar: Saindo de Nobres, no bairro Petrópolis vire a direita em direção a cerâmica Zeni, siga em frente uns 5km após tem um mata burro a esquerda, passe por ele e siga mais uns 2 km ai chegara no local da foto abaixo, deixe o carro e siga a pé mais uns 30 metros chegará as margens do rio Cuiabá, a praia está logo abaixo a esquerda.


Localização:



Se o mapa não abrir clique aqui

Vídeo da praia:


Algumas fotos:






quinta-feira, 27 de julho de 2017

Parabéns aos Motoclistas

Hoje comemora o dia do motociclista em homenagem a Marcus Bernardi, mecânico da Honda, que morreu em 27 de julho de 1974  e era bastante querido por todos. Por sugestão de Rogério Gonçalves proprietário da Concessionária Honda de Sorocada, São Paulo - o deputado Alcides Franciscatto, em 1984, propôs que o Dia do Motociclista fosse comemorado em 27 de Julho, em homenagem ao ex-mecânico.


Nesses 11 anos de Sinibu fizemos grandes amigos, os quais em quase sua totalidade são irmãos motociclistas, veja abaixo uma seleção de videos de encontros, rallys e trilhas na história do Sinibu... Parabéns a todos os irmãos motociclistas.... 




































Em homenagem aos irmãos falecidos:
                                                                Veio dos Guardiões



Rubão: 





sábado, 22 de julho de 2017

Cachoeira do 21 (Alto Paraguai)


A cachoeira do 21 está localizada encravada na Serra do Vira Saia, em sua base está localizado o vale do Rio Pari, neste vale está a comunidade do 21. Comunidade formada basicamente de parentes,  segundo o Sr Bigode, a comunidade sobrevive praticamente de cultura se subsistência e criação de pequenos animais. Recebe este nome porque as terras foram doadas a comunidade no dia 21 de abril. 


DICAS:

ü  A estrada de acesso à cachoeira é sempre ruim, tem muito declive e várias pontes, com péssimo estado de conservação e também são muito estreitas, só passa um carro de cada vez, sendo que um tem que encostar para outro passar. Aconselha-se a verificação do pneu estepe, se você  ir de moto, avise alguém do seu destino, pois no local não há sinal de telefone celular.
ü  A cachoeira está em um terreno íngreme, necessitando de calçado adequado e muito cuidado com a trilha de acesso.
ü  Para os amantes de fotografia, a diversão começa na estrada, fique atendo a viajem e o local da cachoeira.
ü  O único local de socorro e próximo à ponte do Rio Pari bem na chegada da comunidade do 21 um bar denominado: Bar do Cantareira.


Santa na Base da cachoeira


Localização:

Se tiver problemas com o mapa clique aqui

Descritivo: saindo de Diamantino pela Br364 sentido Cuiabá, uns 5km a direita entre na estrada de acesso a fazenda Zortea, depois de uns 15 km no trevo siga em direção a fazenda Zortea, depois que passar sobre o rio Paraguaizinho tem um entroncamento siga a direta, no trevo de acesso a fazenda Zortea siga em direção a comunidade do Rola, assim que descer a serra na comunidade do rola siga a direita, uns 30km no entroncamento do assentamento de furnas vire a esquerda sentido assentamento do 21, você vai avistar a serra siga a estrada que chega aos pés da serra a cachoeira está a esquerda da estrada.




terça-feira, 18 de julho de 2017

Momento do Ecoturismo


Convidado pela apresentadora Maria Tereza para uma entrevista em seu programa, denominado  Saberes e Sabores de Nossa Terra, na radio Parecis de Diamantino. Foi feita uma entrevista ao vivo, falei sobre o livro Manual da Cachoeira e também sobre a Expedição Los Hermanos do Moto Grupo Sinibu.


Saindo desta entrevista uma proposta de uma quadro dentro do programa Saberes e Sabores de Nossa Terra, denominado: Momento do Ecoturismo com Cássio Vaz.
Ouça o programa nos sábados as 16:00 hs e reprise no domingo as 7:00hs, na freqüência 91.7 FM ou no site: clique aqui




domingo, 9 de julho de 2017

cachoeira do Rola

Esta região e rica em ouro e está localizada no vale do Rio Pari, muito próxima a sua nascente. No passado ela era usada para lavagem de roupas, pelos moradores locais, de tempos em tempos as lavadeiras escorregavam nas corredeiras, por isso o nome da cachoeira do Rola Moça. E também nomeia o vilarejo que fica a aproximadamente 5 km da cachoeira, esse vilarejo recebe o nome de Rola.

Dicas:

ü  O local pode ser usado como tobogã natural.
ü  Coloque uma roupa que seja bem usada para se divertir sem se preocupado com estragar sua roupa.
ü  Prefira roupas sem peças metálicas, pois elas podem te machucar e danificar a cachoeira.


ü  Para quem gosta de fotografia, do lado esquerdo no sentido das corredeiras, tem um lindo lajedo com cactos e bromélias.


ü  No local da cachoeira tem uma pequena estrutura feita com matérias naturais para se preparar um churrasco, então você só precisa levar grelha ou espeto.




ü  Para os aventureiros que gostam de explorar o local, e só descer um braço do rio no lado esquerdo, descendo a cachoeira, no tempo da seca este canal seca e não há passagem de água, descendo o canal você vera varias plantas e com sorte animais, a uns 200 metros você ira se encontra novamente com o canal principal e só subir ele voltará à cachoeira.



ü  No final da cachoeira tem um poço no qual e uma piscina natural, na qual você pode tomar banho, pescar ou mesmo fazer uma flutuação.


ü  A cachoeira esta dentro de uma propriedade particular e dentro e uma unidade de conservação, APA Nascentes do Rio Paraguai, respeite a natureza traga todo o seu lixo e da natureza só leve fotos e bons momentos.

Localização:

Se não consegui acessar o mapa clique aqui

Descritivo:  Saindo de Diamantino pelo bairro Buriti, entra na estrada de acesso a Usina, no entrocamento da usina vira para esquerda subindo a Serra, no topo da Serra no entrocamento vira-se a direita, no entroncamento da fazenda Peraputanga vai pela a estrada da direita sentido a fazenda Bananal, descendo a serra do Rola, vai chegar a uma ponte sobre o rio Lavandeira, então a direita da ponte tem uma estradinha que da acesso a cachoeira, cuidado a uns 200 metros tem uma valeta que merece atenção se não for possível passar com seu veiculo tem mais uma caminhada de 300 metros até chegar na cachoeira.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Cachoeira do Cabelo Duro - Nobres MT


Esta cachoeira está situada em uma região serrana, na Serra do tombador próximo a Usina de cimentos Itaú, no local há vários afloramentos calcários, deixando a água muito alcalina, por esse motivo quando você sai da água  com o cabelo endurecido por isso o nome cachoeira do cabelo duro.



DICAS:

ü  Esta cachoeira esta localizada em região montanhosa e a mesma dentro de cânion, tornando a mesma mortal em dias de chuva, pois as trombas de água são comuns na temporada de chuva, por isso antes de se aventurar nesta região consulte a previsão do tempo.
ü  Por estar encravado na serra do tombador, o acesso é difícil por isso coloque tudo que precisa na mochila e de preferência a lanches básicos.
ü  A trilha que você pega é ruim exige cuidado em seu percurso.
ü  Seu veiculo vai estar próximo a BR 163 por isso não deixei nada no mesmo e se possível esconda o mesmo na vegetação.

ü  Para quem vem de Diamantino a uma praça de pedágio na BR 163 próximo a entrada da cachoeira.


Localização:

Descritivo: saindo de Diamantino pela Br 364 sentido cuiabá,no trevo de acesso a usina Itaú contorne para o sentido Diamantino,logo após o contorno tem um bar e na lateral do bar tem uma trilha, siga por ela até a margens do rio, desça pelo leito do rio até a barra de um corego, siga subindo pelo leito deste corego uns 200 metros e chegará a cachoeira.




segunda-feira, 19 de junho de 2017

De Diamantino a Florianópolis de bike

Uma viajem que para muitos é  impossível, mais o Diamantinense Vitor Renan o fez em entrevista ao blog do Sinibu ele contou sua trajetória.


Tudo se iniciou quando ele começou a fazer  faculdade e a frequentar congressos, no seu  primeiro congresso ele foi de ônibus para Porto Seguro na Bahia, já no segundo ele  foi de avião, fazendo uma escala por Vitoria no Espírito Santo, pegando uma carona com os acadêmicos,  indo para Porto Seguro, diminuindo o custo da viagem.
Chegando a Porto Seguro ele se hospedou em um Hostel, o qual é pouco utilizado por Brasileiro mais muito utilizado por gringos, no Hostel ele conheceu duas estrangeiras uma da Argentina outra do Uruguai, que estava conhecendo o litoral brasileiro do estilo muchilão, isto ficou na sua mente.
Quando voltou a Diamantino, começou  a vender bicicletas na empresa na qual ele trabalha, ele já estava se sentindo pesadão, comprou uma bike e começou a pedalar pela cidade de Diamantino, consequentemente  começou a criar resistência, só que ele sempre ia em percurso prevê e voltava , começou então a pesquisar sobre o ciclo turismo, ai surgiu a vontade de viajar e ele começou o planejamento da  sua viagem, primeiramente comprando o equipamento de camping e acessórios para bicicleta.
A ideia inicial era descer até o sul dos pais, aprender a fazer cerveja artesanal, subir  pela BR 101 até o maranhão, descer pelos lençóis e cortar a parte central do pais, em um ano de viagem.

No começo do ano (2017) ele começou sua viagem, debaixo de muita chuva, indo para o distrito de Bom Jardim na cidade de Nobres, na Estância da Mata, ficou lá por quatro dias conhecendo os pontos turísticos, depois saiu para chapada pela estrada da usina de Manso, ele recebeu uma carona de um caminhoneiro até o trevo de Chapada, saindo do trevo ele chegou à noite na cidade de Chapada dos Guimarães.

Chegando em Chapada ele foi até uma pousada e emprestou o Wifi, em seguida ele entrou em contato com uma colega do Couchsurf (rede social de mochileiros), ele ficou em Hostel por cinco dias, saindo para cidade de Campo Verde, depois Dom Aquino, até este momento ele não tinha segurança em acampar ele ficou em um hotel, passou em Jaciara, jucimeira em Santa Elvira ele acampou em um posto de gasolina, no dia seguinte ele foi até a cidade de Rondonópolis e se hospedou em um hotel, na saída ele pegou uma chuva e ficou em um posto abandonado, no dia seguinte foi até cidade de Ouro branco do Sul, na divisa dos estados de mato Grosso e Mato Grosso do Sul.


Ficou na cidade de Sonora a primeira no estado do Mato Grosso do Sul, em seguida ele chegou a Coxim, hospedado pelo Couchsurf, cinco dias depois ele foi para um sitio na cidade de Rio Verde, sitio que troca serviço em hospedagem, o sitio fornecia refeição, local para hospedar em troca de meio dia de serviço, no período vespertino você pode curtir as cachoeiras do sitio, ficou uma semana e meia no sitio, depois foi para Campo Grande aonde ficou na casa de ciclista, por indicação de outros ciclistas, saindo de Campo Grande, sem nenhum apoio previsto ele seguiu com destino a Florianópolis, dormindo em um posto de gasolina abandonado em Andui, chegando a Rio Brilhante ele não tinha onde ficar procurou a igreja católica que levou ele até um abrigo, no dia seguinte foi para a cidade de Dourados, aonde se hospedo em uma residência indicada por um membro do Couchsurfing, no dia seguinte foi para a cidade Juti, se hospedou em uma garagem de um comercio, concedida pelo comerciante, na divisa do estado do Paraná, ele dormiu em um assentamento de sem terra.

No outro dia de manhã foi para Porto Camargo, na cidade há um camping municipal gratuito, ficou cinco dias no camping, entrando no estado Paraná foi para a cidade de Umuarama, ficou em um hotel, no dia seguinte foi para a cidade de Campo Mourão, viajando o dia todo e sem GPS ele dormiu próxima a cidade sem saber, só dia seguinte identificou que estava a menos de 10 km da cidade, ficando uma semana na cidade, depois ela pegou a BR369 ate Ubiratan, seguindo para Foz do Iguaçu, seguindo por dentro da Argentina, Francisco Beltrão aonde apreendeu a fazer a cerveja artesanal, foi para São Lourenço no estado de Santa Catarina, ficou no apoio de um Moto Clube, ficando dois dias em seguida foi para a cidade de Chapecó, pousou na estrada dentro da mata pinheiros, chegando a Joaçaba, foi até Correntina, quebrou o cambio da bike, também levou seu único tombo, Chegando a Floripa e vendeu a Bike e voltou de ônibus para Diamantino. 











domingo, 11 de junho de 2017

Cachoeira do Roque


O Sr Roque é o proprietário da fazenda aonde se encontra a cachoeira, ele mora na fazenda com sua família, a região é um assentamento com o nome de Saltinho, o mesmo inclusive a propriedade do Sr Roque é um importante fornecedor de alimentos para a cidade de Diamantino principalmente de banana da terra, o local também foi explorado pelo antigo garimpo de ouro.

Histórico do MG Sinibu : Esta cachoeira é um antigo local de prática de rapel da equipe de esportes radicais Répteis de Montanha (RDM). O HD (líder da equipe RDM) ele me convidou para fazer o treinamento de rapel, conversamos com o proprietário e descemos até a cachoeira, com o equipamento pesado principalmente as cordas, levamos também mantimentos e refrigerantes, iniciamos a decida que e em sua maioria negativa, descemos um de cada vez, em seguida almoçamos, na parte de cima da cachoeira, arrumamos a traia e descemos o rio por aproximadamente uns 50 metros, onde se encontra uma cascata. Chegarmos à cascata tem um poço com uma profundidade media apropriada para saltos, o HD bem nessa chegada deu um salto mortal, conhecido como xangô, em seguida toda a turma começou a tomar banho, quando a Dienifer viu entre os arbustos algo mexendo, ela em seguida ela avisou a todos, de imediato fomos verificar e eram várias crianças escondidas nos arbustos, ao perceber nossa presença saíram como índios espalhando no mato...


DICAS:
ü  Esta cachoeira está em uma área particular, portanto precisa de autorização do proprietário para visitá-la.
ü  Na cachoeira é feita à captação de água para consumo da fazenda, portanto o acesso na parte de cima da captação é proibida pelo proprietário.
ü  Cachoeira com muitas negativas para o rapel, (negativa no rapel e quando você desce pendurado como em um balanço).
ü  Logo abaixo da cachoeira há outra cascata ótima para tomar banho ela fica logo abaixo uns 30 metros.
ü  Tome cuidado no local a muitas cobras peçonhentas, principalmente a jararaca, tome as medidas de prevenção de acidentes com esses animais.
ü  O local também é impróprio para acampar, devido ao terreno do local ser muito montanhoso.



Descritivo: saindo de Diamantino pelo bairro da Ponte sentido Frei Manoel, siga até a ponte sobre o rio Frei Manoel siga pela esquerda, assim que você subir a serra tem um trevo vire a esquerda, até subir uma serra, logo em seguida tem um acesso à esquerda, entrem nela uns 30 metros depois do lado esquerdo tem uma porteira da fazenda do Sr Roque, ele mora no local, e ele é quem pode te autorizar a ir a cachoeira deixe seu veiculo ali estacionado e siga por uma trilha até a cachoeira.